Nome: Guilherme Bravo Araujo n°11 serie: 7° D
A origem do badminton vem de um jogo chamado Battledores and Shuttlecocks, popular desde a Idade Média no Reino Unido, também existiam esportes na Grécia Antiga, na Índia, na China e no Japão.
O esporte moderno data da metade do século 19 na cidade de Pune na Índia Britânica, era praticado por militares britânicos, contudo, o nome foi adotado em referência à Badminton House na Inglaterra, não se sabe quando nem como. O primeiro artigo sobre o esporte data de 1863 da revista The Cornhill Magazine, sendo as primeiras regras oficiais publicadas na Índia em 1873,2 o primeiro clube foi criado em Folkestone em 1887 no Reino Unido. A Badminton Association of England foi criada em 13 de setembro de 1893. A International Badminton Federation (atualmente Badminton World Federation) foi criada em 1956
O VOLANTE oficial de badminton tem 5 penas de ganso, que pesam apenas 6 gramas, O objetivo do jogo é fazer a peteca tocar na quadra adversária. Dessa forma o atleta ou dupla marcam um ponto no placar. Aquele que deixar a volante cair dentro do seu lado da quadra, ou rebater a volante para fora da quadra, perde a jogada. Os pontos são corridos e para finalizar o game é necessário abrir uma diferença de 2 pontos do adversário. O primeiro jogador a atingir 21 pontos ganha o jogo. O game pode chegar no máximo de 30 pontos, caso os jogadores empatem em 29 a 29 o jogo é prolongado para 30 pontos, o famoso golden point.
O jogo tem duração máxima de 3 parciais, o famoso melhor de três. Existe o intervalo de 2 minutos entre os games e o intervalo de 1 minuto quando alcançado os primeiros 11 pontos de um jogador por game. Ganha o jogo quem vencer 2 parciais.
A modalidade é muito popular em países asiáticos, como Paquistão, Índia, China, Indonésia, Tailândia, Malásia e Japão, explicando assim o segundo lugar no ranking dos desportos mais praticados no mundo. Também conta com praticantes na Europa, na América do Norte, na América Central e na América do Sul. Países como Estados Unidos, México, Canadá, Peru e Brasil também estão entre os que praticam badminton.
O badminton é um jogo de raquete, que pode ser praticado individualmente ou em pares, sendo disputado num court por dois ou quatro jogadores, respectivamente, singulares e pares. O court é dividido em duas áreas iguais por uma rede e os jogadores utilizam raquete para bater o volante entre as duas partes por cima da rede. O objectivo do jogo é fazer passar o volante por cima da rede respeitando as regras do jogo, fazendo-o tocar no campo do adversário - acção ofensiva - e impedir que o volante toque no seu próprio campo - acção defensiva. O jogo é ganho pelo jogador ou equipe que conseguir vencer dois sets, e cada set é ganho pelo jogador ou equipa que atingir primeiro os 21 pontos, devendo existir uma vantagem de 2 pontos. O jogo é dirigido por treze árbitros, sendo um o Árbitro Geral, um Árbitro Principal, um Árbitro de serviço e dez juiz de linha. O campo de jogo de badminton deve ter de comprimento 13,40 metros e deve ter de largura 5,18 metros (jogo singulares) e 6,10 metros (jogo pares).
Campo de Badminton: 1-Linha lateral pares 2-Linha lateral singulares 3-Linha central 4-Linha serviço curto 5-Linha serviço longo pares 6-Linha serviço longo singulares 7-Rede.
Trabalho de Educaçao Fisica
sexta-feira, 9 de maio de 2014
Nome: Guilherme Bravo Araujo n:11 Serie: 7-D
A atividade física consiste em qualquer movimento do corpo, enquanto o exercício físico equivale ao movimento repetitivo e programado com o propósito de contribuir com a saúde.
Exercícios físicos são muitas vezes praticados com finalidade estética, buscando a redução do peso corporal. Mas constituem um poderoso instrumento de prevenção de doenças, propiciando o aumento da capacidade respiratória, circulatória e da densidade óssea (combate à osteoporose), além de atenuar os índices de estresse e ansiedade, contribuir com a criatividade e a memória, bem como promover a elevação da autoconfiança e da autoestima.
Quando realizados dentro do contexto da prática esportiva, favorecem também a interação e a sociabilidade. Em outras palavras, potencializam várias competências essenciais para o bom exercício da liderança, como disciplina, excelência, comprometimento, responsabilidade, ousadia e determinação.
Nossos ancestrais precisavam caminhar para obter alimento por meio da caça, pesca ou coleta. O desenvolvimento da sociedade criou a figura do sedentário, ou seja, daquele que produz seu sustento trabalhando sentado. Hoje, praticamos o sedentarismo com naturalidade, enxergando o movimento como supérfluo. Deslocamo-nos sobre rodas, caminhamos por esteiras e escadas rolantes, usamos controles remotos. Substituímos jogos ao ar livre por videogames e, passeios, pela televisão.
Estudo divulgado este ano pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), com base nos dados colhidos em 2008 na Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad), demonstrou que apenas 28% dos brasileiros com 14 anos ou mais de idade praticam exercícios físicos. Outros 29% declararam ter ao menos pequena dificuldade para realizar tarefas simples como alimentar-se, tomar banho ou ir ao banheiro sem ajuda; subir ladeira ou escada; abaixar-se, ajoelhar-se ou curvar-se.
Para a prática esportiva há dois pré-requisitos básicos: prazer e regularidade. E um decorre do outro.
O primeiro passo é descobrir uma atividade alinhada ao seu perfil, de modo que a pratique de forma despretensiosa. Você até poderá competir em torneios, participando de ligas segmentadas por sexo e idade, conquistando troféus e medalhas e cultivando novas amizades. Porém, atente para não fazer da busca pela excelência um fim em si mesmo, ou o prazer poderá dar lugar à angústia e à frustração. Essa é uma atribuição para esportistas profissionais.
O condicionamento do corpo pode ser realizado em academias, em casa ou em áreas públicas. Você pode optar por atividades aeróbias (corrida, bicicleta, esteira), aquáticas (natação, hidromassagem), de resistência muscular (musculação) ou para flexibilidade (alongamento, ioga).
Nada de praticar exercícios em locais com poluição intensa, como ruas e avenidas movimentadas. Prefira horários com menor tráfego, áreas arborizadas quando disponíveis ou deixe para se exercitar em uma academia ou em casa. Fuja também do calor excessivo, para não sofrer desidratação: beba água e utilize roupas leves que facilitem a transpiração, bem como calçados adequados.
Por fim, a regularidade traz mais benefícios à saúde do que a intensidade da atividade física. Você terá que encontrar algo capaz de mexer com seus pulmões e seu coração, praticando com frequência. O ideal seriam 30 minutos diários de atividade. Contudo, você pode optar pela prática duas ou três vezes por semana. Lembre-se de que você deve buscar uma orientação individual com um médico.
Seja paciente com seu corpo, ouça sua respiração e monitore sua frequência cardíaca. Além disso, faça uma avaliação cardiovascular, respiratória e ortopédica antes de iniciar qualquer atividade física, incluindo um teste ergométrico conduzido por um cardiologista habilitado.
A atividade física consiste em qualquer movimento do corpo, enquanto o exercício físico equivale ao movimento repetitivo e programado com o propósito de contribuir com a saúde.
Exercícios físicos são muitas vezes praticados com finalidade estética, buscando a redução do peso corporal. Mas constituem um poderoso instrumento de prevenção de doenças, propiciando o aumento da capacidade respiratória, circulatória e da densidade óssea (combate à osteoporose), além de atenuar os índices de estresse e ansiedade, contribuir com a criatividade e a memória, bem como promover a elevação da autoconfiança e da autoestima.
Quando realizados dentro do contexto da prática esportiva, favorecem também a interação e a sociabilidade. Em outras palavras, potencializam várias competências essenciais para o bom exercício da liderança, como disciplina, excelência, comprometimento, responsabilidade, ousadia e determinação.
Nossos ancestrais precisavam caminhar para obter alimento por meio da caça, pesca ou coleta. O desenvolvimento da sociedade criou a figura do sedentário, ou seja, daquele que produz seu sustento trabalhando sentado. Hoje, praticamos o sedentarismo com naturalidade, enxergando o movimento como supérfluo. Deslocamo-nos sobre rodas, caminhamos por esteiras e escadas rolantes, usamos controles remotos. Substituímos jogos ao ar livre por videogames e, passeios, pela televisão.
Estudo divulgado este ano pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), com base nos dados colhidos em 2008 na Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad), demonstrou que apenas 28% dos brasileiros com 14 anos ou mais de idade praticam exercícios físicos. Outros 29% declararam ter ao menos pequena dificuldade para realizar tarefas simples como alimentar-se, tomar banho ou ir ao banheiro sem ajuda; subir ladeira ou escada; abaixar-se, ajoelhar-se ou curvar-se.
Para a prática esportiva há dois pré-requisitos básicos: prazer e regularidade. E um decorre do outro.
O primeiro passo é descobrir uma atividade alinhada ao seu perfil, de modo que a pratique de forma despretensiosa. Você até poderá competir em torneios, participando de ligas segmentadas por sexo e idade, conquistando troféus e medalhas e cultivando novas amizades. Porém, atente para não fazer da busca pela excelência um fim em si mesmo, ou o prazer poderá dar lugar à angústia e à frustração. Essa é uma atribuição para esportistas profissionais.
O condicionamento do corpo pode ser realizado em academias, em casa ou em áreas públicas. Você pode optar por atividades aeróbias (corrida, bicicleta, esteira), aquáticas (natação, hidromassagem), de resistência muscular (musculação) ou para flexibilidade (alongamento, ioga).
Nada de praticar exercícios em locais com poluição intensa, como ruas e avenidas movimentadas. Prefira horários com menor tráfego, áreas arborizadas quando disponíveis ou deixe para se exercitar em uma academia ou em casa. Fuja também do calor excessivo, para não sofrer desidratação: beba água e utilize roupas leves que facilitem a transpiração, bem como calçados adequados.
Por fim, a regularidade traz mais benefícios à saúde do que a intensidade da atividade física. Você terá que encontrar algo capaz de mexer com seus pulmões e seu coração, praticando com frequência. O ideal seriam 30 minutos diários de atividade. Contudo, você pode optar pela prática duas ou três vezes por semana. Lembre-se de que você deve buscar uma orientação individual com um médico.
Seja paciente com seu corpo, ouça sua respiração e monitore sua frequência cardíaca. Além disso, faça uma avaliação cardiovascular, respiratória e ortopédica antes de iniciar qualquer atividade física, incluindo um teste ergométrico conduzido por um cardiologista habilitado.
Nome: Guilherme Bravo Araujo n°11 serie: 7° D
A Evasão Escolar
A evasão escolar ocorre quando o aluno deixa de frequentar a aula, caracterizando o abandono da escola durante o ano letivo. No Brasil, a evasão escolar é um grande desafio para as escolas, pais e para o sistema educacional. Segundo dados do INEP (Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Anísio Teixeira), de 100 alunos que ingressam na escola na 1ª série, apenas 5 concluem o ensino fundamental, ou seja, apenas 5 terminam a 8ª série (IBGE, 2007).
Em 2007, 4,8% dos alunos matriculados no Ensino Fundamental (1ª a 8ª séries/1º ao 9º ano) abandonaram a escola.
Os motivos para o abandono da escola
Dentre os motivos alegados pelos pais ou responsáveis para a evasão dos alunos, são mais frequentes nos anos iniciais do ensino fundamental (1ª a 4ª séries/1º ao 9º ano) os seguintes: Escola distante de casa, falta de transporte escolar, não ter adulto que leve até a escola, falta de interesse e ainda doenças/dificuldades dos alunos.
Ajudar os pais em casa ou no trabalho, necessidade de trabalhar, falta de interesse e proibição dos pais de ir à escola são motivos mais frequentes alegados pelos pais a partir dos anos finais do ensino fundamental (5ª a 8ª séries) e pelos próprios alunos no Ensino Médio. Cabe lembrar que, segundo a legislação brasileira, o ensino fundamental é obrigatório para as crianças e adolescentes de 6 a 14 anos, sendo responsabilidade das famílias e do Estado garantir a eles uma
A Evasão Escolar
A evasão escolar ocorre quando o aluno deixa de frequentar a aula, caracterizando o abandono da escola durante o ano letivo. No Brasil, a evasão escolar é um grande desafio para as escolas, pais e para o sistema educacional. Segundo dados do INEP (Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Anísio Teixeira), de 100 alunos que ingressam na escola na 1ª série, apenas 5 concluem o ensino fundamental, ou seja, apenas 5 terminam a 8ª série (IBGE, 2007).
Em 2007, 4,8% dos alunos matriculados no Ensino Fundamental (1ª a 8ª séries/1º ao 9º ano) abandonaram a escola.
Os motivos para o abandono da escola
Dentre os motivos alegados pelos pais ou responsáveis para a evasão dos alunos, são mais frequentes nos anos iniciais do ensino fundamental (1ª a 4ª séries/1º ao 9º ano) os seguintes: Escola distante de casa, falta de transporte escolar, não ter adulto que leve até a escola, falta de interesse e ainda doenças/dificuldades dos alunos.
Ajudar os pais em casa ou no trabalho, necessidade de trabalhar, falta de interesse e proibição dos pais de ir à escola são motivos mais frequentes alegados pelos pais a partir dos anos finais do ensino fundamental (5ª a 8ª séries) e pelos próprios alunos no Ensino Médio. Cabe lembrar que, segundo a legislação brasileira, o ensino fundamental é obrigatório para as crianças e adolescentes de 6 a 14 anos, sendo responsabilidade das famílias e do Estado garantir a eles uma
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